EPUB ✷ Nós Matámos o Cão Tinhoso Author Luís Bernardo Honwana – Capitalsoftworks.co.uk

Nós Matámos o Cão Tinhoso This Book Is Currently Out Of Stock With A Ready About Date Of September , The Title Story, Which Like The Others Is Set In Mozambique, Lewis Nkosi Has Been Described As, A Hauntingly Beautiful Story, Whose Simplicity Of Narrative Conceals An Extraordinary Sharp Poetic Insight Into The Theme Of Life And Death, The Impulses Of Love And Violence

10 thoughts on “Nós Matámos o Cão Tinhoso

  1. says:

    Na inf ncia somos expostos a pequenas e grandes crueldades Algumas entendem se mais tarde s outras vamos nos habituando Este conto sobre as primeiras impress es e reac es a v rios tipos de crueldade O texto capta com engenhosa simplicidade a consci ncia de uma crian a sens vel e a sua susceptibilidade manipula o interessante ver como o di logo, usando toda a escala crom tica da hierarquia local, vai influenciando o rumo dos acontecimentos N o atires a matar, est s a ouvir Mas s Na inf ncia somos expostos a pequenas e grandes crueldades Algumas entendem se mais tarde s outras vamos nos habituando Este conto sobre as primeiras impress es e reac es a v rios tipos de crueldade O texto capta com engenhosa simplicidade a consci ncia de uma crian a sens vel e a sua susceptibilidade manipula o interessante ver como o di logo, usando toda a escala crom tica da hierarquia local, vai influenciando o rumo dos acontecimentos N o atires a matar, est s a ouvir Mas se quiseres, podes atirar Sabes, s porque tu estavas todo cheio de cagufa e era preciso mostrar malta que n o s maricas E por isso que tu s o gajo que vai dar o primeiro tiro Eu se fosse a ti atirava a matar e despachava o gajo logo N o h azar nenhum nisso, foi o Senhor Duarte que mandou E assim poupavas o trabalho malta.A morte do c o foi decidida no momento em que o Veterin rio deu um capote ao Administrador na sueca e s uma arbitrariedade entre muitas

  2. says:

    Este um livro que passa despercebido a um grande leque de leitores Por m, quando olhado com mais aten o, percebe se que em poucas e simples p ginas procurou a chamar a aten o de situa es injustas, explorat rias e pobremente humanas Desenrola se nele uma sequ ncia de contos interligados a um espa o, um territ rio que precisa de ser tomado em aten o Penso que o despertar desta aten o que o autor procurou quando elaborou esta obra Tudo isto atrav s da perspectiva de uma crian a, que se Este um livro que passa despercebido a um grande leque de leitores Por m, quando olhado com mais aten o, percebe se que em poucas e simples p ginas procurou a chamar a aten o de situa es injustas, explorat rias e pobremente humanas Desenrola se nele uma sequ ncia de contos interligados a um espa o, um territ rio que precisa de ser tomado em aten o Penso que o despertar desta aten o que o autor procurou quando elaborou esta obra Tudo isto atrav s da perspectiva de uma crian a, que se por alguns momentos apresentou pensamentos e sentimentos conscientes e maduros, em outros momentos apresentou pensamentos egoc ntricos , tal como a demais popula o de qualquer idade Sente se a tristeza das personagens enquanto lentamente vamo nos engrenando na terra onde a Hist ria, de facto, n o mais que o relato de sofrimento e abuso humano.Em conson ncia com a capa do livro, acredito que Honwana para descrever resumidamente este livro poderia recorrer c lere frase do pintor com uma pequena adapta o Basquiat Believe or not, actually I draw

  3. says:

    This is one for the reading around the world challenge I came across it when I was browsing through my bookshelves looking for books by people with foreign sounding names.I have actually read it before I read it when I bought it, about 15 years ago but it s short, so I thought I d re read it before ticking Mozambique off the list I don t remember it making much impact on me then, but this time I was impressed It s a slim 117 page collection of vivid, fatalistic short stories, set in rur This is one for the reading around the world challenge I came across it when I was browsing through my bookshelves looking for books by people with foreign sounding names.I have actually read it before I read it when I bought it, about 15 years ago but it s short, so I thought I d re read it before ticking Mozambique off the list I don t remember it making much impact on me then, but this time I was impressed It s a slim 117 page collection of vivid, fatalistic short stories, set in rural Mozambique and mainly told from a child s perspective Stylistically it has a kind of plain directness, in this translation at least, that reminds me of Hemingway Not that I ve read any Hemingway recently.It seems to be out of print, unfortunately, but if you happen upon a copy somewhere, pick it up

  4. says:

    This collection of short stories is full of compassionate, honest and simple voices The prose is beautiful for its simplicity First published in 1969, Honwana s stories present to the reader various aspects of life in a small Mozambican village I was surprised at how subtle these stories are in their political and humanistic messages, particularly in light of their having been written during a period of great change and turmoil The title story is absolutely heartbreaking and brilliant wort This collection of short stories is full of compassionate, honest and simple voices The prose is beautiful for its simplicity First published in 1969, Honwana s stories present to the reader various aspects of life in a small Mozambican village I was surprised at how subtle these stories are in their political and humanistic messages, particularly in light of their having been written during a period of great change and turmoil The title story is absolutely heartbreaking and brilliant worthy of being taught in any high school undergraduate Literature class

  5. says:

    Escritor mo ambicano, Lu s Bernardo Honwana nasceu em 1942, vivendo parte da sua vida ainda durante a poca colonial Em 1964 publicou N s Matamos o C o Tinhoso , uma narrativa que compila sete contos, onde o visual domina a escrita, e a hierarquia colonial, nas suas marcas do dia a dia, domina as tem ticas.Opini o completa em Escritor mo ambicano, Lu s Bernardo Honwana nasceu em 1942, vivendo parte da sua vida ainda durante a poca colonial Em 1964 publicou N s Matamos o C o Tinhoso , uma narrativa que compila sete contos, onde o visual domina a escrita, e a hierarquia colonial, nas suas marcas do dia a dia, domina as tem ticas.Opini o completa em

  6. says:

    Obra verdadeiramente fundadora da literatura de Mo ambique, o livro de Lu s Bernardo Honwana ultrapassa a dimens o pol tica que a inscreve na hist ria do nacionalismo mo ambicano trata se, mais do que isso, de uma obra de voca o universal, em que cada um dos sete contos que a comp em reflectem o essencial da condi o humana, sobretudo vista do lado dos que sofrem a explora o, o racismo ou a viol ncia social.Escrita e publicada nos anos 60, quando o autor tinha pouco mais de 20 anos, a obra er Obra verdadeiramente fundadora da literatura de Mo ambique, o livro de Lu s Bernardo Honwana ultrapassa a dimens o pol tica que a inscreve na hist ria do nacionalismo mo ambicano trata se, mais do que isso, de uma obra de voca o universal, em que cada um dos sete contos que a comp em reflectem o essencial da condi o humana, sobretudo vista do lado dos que sofrem a explora o, o racismo ou a viol ncia social.Escrita e publicada nos anos 60, quando o autor tinha pouco mais de 20 anos, a obra era naturalmente denunciadora do sistema colonial portugu s e por isso esteve proibida, at que a independ ncia de Mo ambique lhe trouxe o reconhecimento e a import ncia que efectivamente merece Contos e excertos de contos de Honwana podem ser lidos neste link

  7. says:

    I found a handful of African Writers series books in a secondhand stall and bought the lot This is the best of the lot.

  8. says:

    Underwhelming Perhaps my lack of knowledge on colonial Mozambique affected my appreciation of the work But I enjoyed the first story, Dina, and then it went downhill from there The story the book takes its title from, We killed Mangy Dog, was unnecessarily drawn out and repetitive in some places I m glad at least that it was a short read.

  9. says:

    A 1 edi o traduzida por Dorothy Guedes, mulher de Pancho Guedes , com um desenho de Pedro Guedes reproduzido na capa A edi o original de N s Mat mos o C o Tinhoso de 1964, estando o autor preso e em risco de desaparecer na pris o, tendo sido editada pelo arquitecto Pancho Guedes

  10. says:

    Muito bom Descri es espectaculares.Contos magn ficos.Dramatiza o po tica.

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